quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Eu resolvi colocar aqui, mais uma vez (já estão no facebook), minhas máximas roderiquianas. Além de poder visualizá-las em bloco (postarei de 10 em 10), fica como um "arquivo de segurança". Sabe-se lá se o face desaparece, né?

Comecemos, pois:

Máximas roderiquianas (1): O grande mal dos egoístas bem intencionados é que quando maltratam os outros, ao invés de cuidarem e procurarem consertar os erros, preferem fugir, pra esquecer que erraram. Se os olhos não veem e os ouvidos não escutam, a consciência não dói.


Máximas roderiquianas (2): A visão de mundo dos infantes é em preto-e-branco; a das crianças, colorida; a dos adolescentes, multicolorida; a dos adultos, negra; a dos idosos, turva; a dos mortos, aliviada.


Máximas roderiquianas (3): Às crianças, boa diversão em seu dia. Aos sensatos, bom feriado.


Máximas roderiquianas (4): O silêncio é prudente, quando estamos mal; e covarde, quando estamos bem.


Máximas roderiquianas (5): A idade traz a chatice; a maturidade, a constatação de que é melhor assim.


Máximas roderiquianas (6): Steve Jobs = money; Roderic Jobs = work



Máximas roderiquianas (7): Só há uma coisa pior que sofrer pela dor que te causaram: é sofreres pela dor que causaste.


Máximas roderiquianas (8): Falar a verdade é a única arma possível no combate diário em busca da felicidade. Mas, como em toda guerra, existem baixas em ambos os lados.


Máximas roderiquianas (9): The effective SYSTEM OF A DOWN in this world is easy to get: we should feel RAGE AGAINST THE MACHINE and ACCEPT that THE CURE for this stupid civilization is to open THE DOORS of our SIMPLE MINDS and defeat the SCORPIONS of this society with our QUIET RIOT. Remember: We must have FAITH NO MORE. Don't waste TEARS FOR FEARS.



Máximas roderiquianas (10): O que a esperança constrói, a verdade destrói.


















segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

angustia cotidiana: RESSURREIÇÃO?

angustia cotidiana: RESSURREIÇÃO?

RESSURREIÇÃO?

Segundo dia de 2012. Praticamente 4 anos e meio depois, retomo meu blog. Crédito para Jéssica Ferreira. Ela nem o sabe, mas seu convite para eu ler o dela me "obrigou" a redescobrir o meu, já esquecido e abandonado. Um prazer encontrar os textos dela, mas que me trouxe mais que prazer. Trouxe um desejo de voltar utilizar esse instrumento. Espero que depois eu me lembre como reencontrar minha página. De qualquer forma, tentarei aqui resgatar a ideia original. Falar de tudo um pouco, sobre este irreal mundo real ou não, resgatar meus textos nunca publicados... verei o que fazer. Este texto é um agradecimento a Jéssica e uma tentativa de ressurreição. Quem sabe consigo. Se não... Até daqui a tantos outros anos, aí.