sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dois de novembro. Finados. Quero registrar meu pesar e dor quase incontidos, quase eternos, quase destruidores pela ausência de meus pais adotivos (Emmerich Szasz e Raimunda Gonçalves da Cruz), meu filho (Ícaro Costa de Szasz), parentes (avô materno, tias por parte adotiva), amigos (Ronald, Daniel Ximenes, Jeová de Quixeré)), ex-alunos (Jorgeanny, Ítalo, Linneker, Átila, Ticiany Montezuma, José Walder e outros cujos nomes não lembro agora, mas de memória eterna) e outros tantos que foram tão especiais na vida. E registro também a tristeza por aqueles que optaram por matar nossa amizade, mas cujos nomes omitirei por respeito ao passado glorioso. Enfim, para não dizer que tudo é dor, saúdo a morte de convicções, angústias e incertezas monstruosas. Que vão em paz, pois, afinal, “tudo é dor e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor” .