segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Máximas 251 a 260.


Máximas roderiquianas (251) O amor é um vírus: sabes que não deves encostar nele, mas tu o acessas e ele te destrói por dentro. Depois, reclamas que tens de formatar o coração...

Máximas roderiquianas (252) Há desistências que são heroicas, como há insistências covardes. Reconhecer ambas é sabedoria; ignorá-las, egoísmo.

Máximas roderiquianas (253) Até o Mar da Tranquilidade pode ter tsunamis periódicos.

Máximas roderiquianas (254) Há dois valores que a sociedade moderna despreza e que deveriam ser defendidos como se a salvação de nossa alma fossem: a pontualidade e a coragem de sempre dizer a verdade.

Máximas roderiquianas (255) Estar meio feliz não é igual a estar meio triste.

Máximas roderiquianas (256) A matemática da existência é simples: as alegrias vêm em progressão aritmética e as tristezas em progressão geométrica.

Máximas roderiquianas (257) Maturidade é sorrir para as situações que te ferem, e permanecer sereno diante do que te faria gargalhar.

Máximas roderiquianas (258) Minha idade não está no ranger dos ossos, no estalar dos músculos doloridos ou na ausência de cabelos; mas no ranger de meus dentes quando estou indignado com uma injustiça, no estalar dos dedos seguindo uma boa música e na ausência de medo de enfrentar a morte.

Máximas roderiquianas (259) Na sinfonia do Universo, a raça humana não passa de um aborrecido compasso minimalista.

Máximas roderiquianas (260) A piedade é o excremento do ódio.