terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Máximas roderiquianas: 271 a 280.
Máximas roderiquianas (271) Viver sem esperanças é temível; delas, terrível.
Máximas roderiquianas (272) Queres uma amarra? Usa uma aliança. Queres um elo? Anda com as mãos entrelaçadas.
Máximas roderiquianas (273) Nenhuma sociedade grandiosa e inspiradora foi construída sobre o prazer, mas sobre dor e reflexão.
Máximas roderiquianas (274) O maior desespero de uma alma sensível é que ela pode ser amada por milhares, mas a leviandade ou cegueira de uma única pessoa lhe é razão para infinita dor.
Máximas roderiquianas (275) Só há uma maneira de seres protagonista de tua vida: é seres antagonista de ti mesmo.
Máximas roderiquianas (276) A doença ou é um grito de socorro do corpo, ou um lamento dolorido da alma.
Máximas roderiquianas (277) O problema dos festejos livres e dos risos fartos é que eles são cercados pela irracionalidade: ritmos animalescos, distrações estúpidas, excessos sem finalidade. É o mais próximo que a raça humana chega da barbárie.
Máximas roderiquianas (278) A única loteria para a pobreza de espírito é a morte.
Máximas roderiquianas (279) É curiosa a raça humana: comove-se com grandes tragédias distantes, mas não enxerga o drama pessoal daquele que às vezes lhe bate à porta.
Máximas roderiquianas (280) Para almas sufocadas por ventilação, qualquer brisa é furacão.
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