Talvez eu não devesse fazer tal coisa. Talvez eu não precisasse disso. Mas não sou que o requer. É a vida. É a necessidade inesgotável da qual flaram Rilke e Pessoa. Eu ainda não sei se saberei reabrir este espaço. Afinal, bebo (graças a Deus), como em um dia qualquer.
E se eu não me lembrar desses códigos, letras e símbolos amanhã, não faz mal. Este será um sonho abortado que ainda não fez por onde surgir.
Mas, se eu me lembrar dele, prepare-se. Daqui virão sonhos, dores, ironias, banalidades e intelectualidades dignas de quem vive neste mundo, mas não o reconhece...
Valeu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário