domingo, 25 de novembro de 2012
Máximas roderiquianas 171 a 180
Máximas roderiquianas (171) Não deves esperar que o mundo julgue as injustiças a ti infligidas e te reconheças inocente. No máximo, elas pegarão prisão perpétua e te atormentarão eternamente, só por estarem vivas. Para que te livres delas, é preciso que tu mesmo sejas um impiedoso assassino em série.
Máximas roderiquianas (172) Nunca está finado qualquer um cuja lembrança faz pulsar teu coração.
Máximas roderiquianas (173) O grande segredo para manter amizades verdadeiras eternamente não é amar POR algum motivo, mas APESAR de um.
Máximas roderiquianas (174) Quando nos deparamos com as dificuldades emocionais que insistem em nos atormentar, por mais que lutemos em busca da felicidade, é que percebemos o quanto viver é difícil e o quanto necessitamos de alguém mais além de nós mesmos. O amor dos filhos é sustentação; o dos amigos, alicerce; o próprio, sobrevivência. Mas não há como negar que a ausência de contato amoroso é algo duro de ser suprido.
Máximas roderiquianas (175) Um fim digno vale mais que dois inícios lindos ou várias continuações tortuosas.
Máximas roderiquianas (176) Aos lenhadores que querem te derrubar, nada mais resta a não ser assistir ao ressurgimento de tua essência, quando a natureza conduz tua semente para solos mais férteis.
Máximas roderiquianas (177) Não te decepciones totalmente com os seres humanos. Não vale a pena. Tanto faz se para eles nada vales ou não. O imprescindível é que eles não te afetem, por nada valeres. É difícil, mas vencerás a ti mesmo, e serás mais resistente.
Máximas roderiquianas (178) A vida é uma trilha sonora: Nascemos ao som de “Gloria” e somos embalados por canções de ninar. Depois, optamos pelos rocks rebeldes e uma ou outra balada romântica. Enfim, a marcha fúnebre e, eventualmente, quando lembrados, um ”Requiem”.
Máximas roderiquianas (179) Se te quebram uma perna, salta; se fazem o mesmo à outra, rasteja; se te partem os braços, aguarda. Alguém te arrastará pela gola da camisa.
Máximas roderiquianas (180) O omisso é o verdugo da paz interior.
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