sábado, 28 de setembro de 2013

Máximas roderiquianas (481 a 490)

Máximas roderiquianas (481) O que os olhos não veem o coração ressente.

Máximas roderiquianas (482) Quando sucumbir não é mais um temor, mas um alívio, está na hora de se deixar apagar a vela do enfermo.

Máximas roderiquianas (483) O senso comum violenta os indivíduos autênticos.

Máximas roderiquianas (484) A confissão das fraquezas é, com certeza, a falência do corpo; mas pode ser a redenção da alma.

Máximas roderiquianas (485) Quem diz amar e lança ao coração alheio sementes de tamarindo não pode esperar uma colheita de morangos.

Máximas roderiquianas (486) A neutralidade é o purgatório dos covardes.

Máximas roderiquianas (487) Morrer não é uma questão de estar aqui ou ali, mas de permanecer aquém ou ir além.

Máximas roderiquianas (488) A mediocridade é filha bastarda do equilíbrio e prima legítima do silêncio.

Máximas roderiquianas (489) Nenhum espírito é tão pobre para não ter uma verdade ou tão opulento para tê-las todas.

Máximas roderiquianas (490) A solidão se detecta quando confundimos o ruído do ataque de um mosquito com uma aterrissagem de avião.

Um comentário:

Sandra disse...

Puxa, adorei! Em especial, esta: Máximas roderiquianas (488) A mediocridade é filha bastarda do equilíbrio e prima legítima do silêncio.
Valeu!