sábado, 18 de maio de 2013
Máximas roderiquianas 341 a 350.
Máximas roderiquianas (341) Um homem subversivo transforma mentes; mentes subversivas transformam o mundo.
Máximas roderiquianas (342) Não temas aquele que ama em demasia e faz bobagens, mas o que ama bobagens em demasia e nada faz.
Máximas roderiquianas (343) O silêncio de uma sociedade é submissão; o de uma comunidade, omissão; o de um único ser, depressão.
Máximas roderiquianas (344) A lágrima é a unidade mínima de medida da Dor.
Máximas roderiquianas (345) O professor abre a porta para que seus alunos saiam da ignorância; o educador lhes empresta a chave; o mestre lhes dá o molho.
Máximas roderiquianas (346) A maternidade, para algumas mulheres, assemelha-se a uma experiência sobrenatural em que ela sente ter entregado seu espírito a Deus e seu corpo ao Diabo.
Máximas roderiquianas (347) Para o homem solitário, o álcool é a amada (embriaga-lhe a alma); o cigarro, a amante (domina-lhe o corpo); a felicidade, a prostituta (sequer lhe encosta os lábios).
Máximas roderiquianas (348) Amar sem razão é o primeiro passo para ser vítima de abandono.
Máximas roderiquianas (349) Para corações de aço, beijos de maçarico.
Máximas roderiquianas (350) Quando a vergonha de incomodar é vencida pela necessidade de socorro, talvez, sim, seja a hora de sair de cena.
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