terça-feira, 26 de novembro de 2013

Máximas roderiquianas 511 a 520

Máximas roderiquianas (511) Viver cansa; a Arte amansa, mas a Angústia não descansa.

Máximas roderiquianas (512) Os desejos mais conscienciosamente reprimidos são deprimentes quando travados, vergonhosos quando relembrados, angustiantes quando descartados.

Máximas roderiquianas (513) Mulheres são abençoadas por Deus: uma protuberância repentina crescida em seu ventre fará com que veja sua genitália brotar vida. Homens são amaldiçoados: semelhante protuberância fará não ver mais a sua.

Máximas roderiquianas (514) Quando alguém a quem queres bem te expõe ao ridículo, o melhor a fazer é simulares a aceitação da infame pilhéria.

Máximas roderiquianas (515) A baixa autoestima é o maior legado do Demo; a capacidade de ironizar as próprias mazelas é o de Deus.

Máximas roderiquianas (516) É incompreensível o temor das pessoas pelos cemitérios: ou eles são a antessala do paraíso ou a última morada tranquila antes do inferno. De qualquer forma, são um local de paz.

Máximas roderiquianas (517) A decepção é o outono dos sonhos floridos.

Máximas roderiquianas (518) A felicidade é um arco-íris: bela, colorida, fugaz e lendária, quanto ao pote de ouro em seu final.

Máximas roderiquianas (519) O eterno quase é o nada com grife de maldição.

Máximas roderiquianas (520) Necessity of careness and commotion brought together become a self-explosion. Isolation turns into disintegration.

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